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IFRJ busca estreitamento de laços com universidades africanas

Uma professora, o rei (em trajes cerimoniais brancos e com o cajado) e o pró-reitor posam para a foto de pé

A professora Iris Amâncio (UFF), O rei Ojaja II e o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Rodney Albuquerque

 

Contato com rei Ojaja II teve o objetivo de levar mensagem sobre necessidades relacionadas à pesquisa e inovação

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Rodney Albuquerque, representou o reitor do IFRJ, Rafael Almada, numa visita ao Cais do Valongo nesta terça-feira (12/06) com o objetivo de encontrar o rei de Ifé, na Nigéria, Ooni Adeyeye Enitan Ogunwusi, o Ojaja II. O pró-reitor levou ao rei e membros de sua comitiva uma breve mensagem sobre a necessidade do Instituto Federal estreitar laços de pesquisa e inovação com universidades africanas.

Com comitiva real de 120 pessoas, Ojaja II está no Brasil para promover a reaproximação dos afrodescendentes brasileiros com as raízes da cultura Iorubá. O Cais do Valongo se tornou o 21º sítio brasileiro inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, por seu grande significado para gerações passadas, presentes e futuras no que se refere a história do tráfico atlântico e a escravização de africanos.

De acordo com informações do site da Unesco, por sua magnitude, o Cais do Valongo pode ser considerado o lugar mais importante de memória da diáspora africana fora da África. Ele é o maior porto de entrada de negros escravizados na América Latina. As estimativas apontam que entre 500 mil e um milhão de negros chegaram ao continente desembarcando neste Cais. Desde sua construção, em 1811, ele sofreu sucessivas transformações até ser aterrado em 1911. O local foi revelado, em 2011, durante escavações das obras do Porto Maravilha, e se tornou o maior vestígio material das raízes africanas nas Américas. A cidade transformou o espaço em monumento preservado e aberto à visitação pública.

Com informações do site da Unesco.

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