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Kick-off marca início de novo voo da Polimex

kick-off meeting, reunião que marca o início efetivo do Projeto da startup Polimex Bioplásticos, em parceria com o IFRJ, foi realizado no Instituto Senai de Inovação (ISI) em Biossintéticos e Fibras do SENAI, localizado na unidade do Riachuelo do SENAI CETIQT, no dia 11 de julho.

O projeto foi selecionado pelo Edital de Inovação para a Indústria 2018 - Categoria B (Inovação Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas (MPE), Microempreendedor Individual (MEI) e Startups de Base Tecnológica, para incubação por um período de dois anos.

Desenvolvido pelos alunos de cursos de graduação do campus Rio de Janeiro, Luan Vieira Brito de Campos, José Paulo Cordeiro Campus e Lucas Correa Batista, sócio fundadores da startup Polimex, a ideia foi concebida no Programa Células Empreendedoras IF 2018, e em dezembro de 2018 a equipe foi premiada como 1º lugar nacional. Desde então, contabilizam, além deste edital, a aprovação no Edital do Programa ProinterBio 2018 (Programa de Aceleração e Internacionalização de Negócios de Alto Impacto em Economia) do SEBRAE e no edital de 2018 do Núcleo de Produção Digital (NPD) Silício Fluminense do campus Paulo de Frontin.

O projeto tem como objetivo desenvolver um novo material polimérico biodegradável inovador e de baixo-custo, que consiste em uma blenda de biopolímeros renováveis, reforçado com cargas de biomassa extraída de resíduos da agroindústria brasileira, para aplicação no mercado de embalagens alimentícias, ou seja, alinhado à temática da substituição de plásticos de uso único e a economia circular.

Durante os dois anos, o projeto receberá um investimento de R$1.135.000, incluindo uma contrapartida econômica do IFRJ no valor de R$100 mil, correspondente as 500 horas técnicas prestadas pela equipe de pesquisadores do Instituto no projeto. Formam a equipe, os professores: Simone Alves, Príscila Marques de Siqueira e Thiago Rocha Matias (campus Rio de Janeiro), e Fernando de Oliveira Bezerra (campus Realengo).

A dedicação dos criadores também tem gerado frutos na pesquisa aplicada, que fundamenta o desenvolvimento tecnológico proposto pela Polimex. A equipe elaborou três projetos em parceria com os pesquisadores que participam da equipe do projeto incubado no Senai, em temas relacionados ao projeto submetidos aos editais PIBICT e PIBITI da Proppi.

Com o apoio da Agência de Inovação/Proppi, desenvolveram a redação de três patentes registradas em nome do IFRJ, tendo os alunos como inventores.

Para Simone Alves, a Polimex não é só um case de sucesso de empreendedorismo e primeira spin-off acadêmica do IFRJ, é também uma oportunidade de aprendizagem institucional sobre o efeito multiplicador que as startups, consideradas por muitos especialistas como o modelo mais sofisticado de inovação atual, proporcionam a toda comunidade acadêmica. “Não há como um professor, que também se dedica à pesquisa, não se motivar com uma iniciativa vinda de alunos de classe média que se empoderam dessa forma por meio da educação, sobretudo quando essa iniciativa é tecnicamente bem fundamentada e ainda visando a preservação do meio ambiente, como é o caso do projeto da Polimex”, concluiu.

 

Colaboração: Simone Alves

 

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