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Projeto Reações é retomado no Campus Rio de Janeiro

O Campus Rio de Janeiro retomou, na última quinta-feira (26/06), às atividades do Projeto Reações, que tem como proposta juntar servidores, alunos e toda a comunidade para tocarem músicas e discutirem as sensações e reações que as canções causam. Os encontros acontecerão semanalmente, às quintas-feiras, das 12 às 13h, no pátio do campus.

Coordenado pelos servidores Alberto de Luca, assistente em Administração no campus, e Everton de Souza Estácio, técnico em tecnologia da informação e também violonista no projeto, o Reações foi iniciado há cerca de um ano e meio, mas passou por um período de hiato, tendo sido retomado agora. Julio Page, diretor de Articulação Institucional do IFRJ, foi convidado para o momento de retorno do projeto: “As pessoas levam músicas e discutem sobre as sensações, as reações que essas músicas causam, se emocionam falando das lembranças que as músicas trazem. Então é um momento de descontração, de estudo musical, em que as pessoas tocam um instrumento, cantam juntas e, assim, promovem uma aproximação bem bacana da comunidade. Sem dúvida, é um projeto que envolve cultura e que agrega à comunidade do campus”, opinou.

Everton de Souza Estácio afirmou que o projeto foi muito bem recebido pela comunidade: “A gente consegue proporcionar um momento de leveza no dia dos servidores, da comunidade, dos pais, de quem estiver aqui. Terminamos de fazer um encontro agora e tinha alguns alunos de graduação e eles sugeriram músicas. E a ideia do projeto é fazer com que a comunidade seja mais unida também e que as pessoas consigam se ver entre os corredores. Não é só o cargo, o crachá, a posição hierárquica. O objetivo é justamente que a gente consiga dialogar e criar um espaço de segurança em que as pessoas possam até mesmo discordar, mas de uma forma sadia e que no final seja proveitoso, esse é o Projeto Reações”, explicou.

Alberto de Luca destaca que em alguns casos, as músicas levadas para o projeto são como hinos que acompanham as pessoas por vários momentos em suas vidas. “A gente tenta levar essas músicas em nossos encontros e a gente discute o valor que aquela música tem. E muita gente, às vezes, não conhece a música, então a gente passa a ler a letra e abrimos um debate”, contou. 

Segundo Alberto, o projeto começou por volta de junho e julho de 2024 e, logo após isso, os integrantes fizeram uma pequena apresentação na Semana de Química. “Foi muito bem aceita aqui no campus. E agora a gente está voltando na intenção de dar continuidade e talvez tornar um projeto fixo. A princípio, às quintas. Mas pensamos em estender para outro dia da semana, para que mais pessoas tenham a oportunidade de participar”, disse.

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