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Campus Nilópolis participa dos Jogos Intercampi

Mais de 600 alunos participaram da quarta edição dos Jogos Intercampi, no dia 26 de outubro, no Campus Pinheiral. Estiveram no evento os seguintes campi: Arraial do Cabo; Duque de Caxias; Nilópolis; Paracambi; Pinheiral; Resende; Rio de Janeiro; São Gonçalo; Volta Redonda e Engenheiro Paulo de Frontin.

Com dois ônibus, o Campus Nilópolis levou dezenas de competidores e torcedores ao evento e disputou nas modalidades de futsociety masculino e feminino, xadrez, voleibol misto e tênis de mesa.

Para o estudante do curso Técnico em Controle Ambiental e integrante do time de futebol na competição, Ruan Schneider, os Jogos Intercampi oferecem uma oportunidade de trocar vivências com os demais campi. “Eu acho essencial essa interação entre os campi. A gente não deve ficar em um mundo fechado, que é nosso campus. Essa integração é essencial porque a gente troca alguns conhecimentos e experiências com outros estudantes”, comentou. O time de futebol masculino competiu até a semifinal.

Em concordância com o colega, o competidor Patrick Carvalho, do 4° período do curso Técnico em Controle Ambiental, também comentou sobre a importância dos jogos. “Acho muito boa a oportunidade que nós temos de jogar contra os campi, tanto para treinar o esporte e tentar levar para uma competição futura, quanto para conversar, interagir com outros estudantes. Nós também percebemos uma evolução dentro dos jogos”, disse Patrick, que disputou a semifinal do voleibol.


Time feminino de futebol do Campus Nilópolis

No xadrez, o Campus Nilópolis conquistou o terceiro lugar em um empate com o Campus Paracambi, no resultado individual. Já no futsociety feminino, mesmo que o time não tenha levado o título para casa, a jogadora Giovanna Nascimento, do curso Técnico em Química, notou uma melhora no desempenho da equipe. “Nós treinamos muito e o resultado dos treinos foi bom. A gente melhorou bastante no entrosamento, nas táticas. Todas nós percebemos uma evolução”, enfatizou a jogadora.

Giovanna também lamentou o fato das mulheres não terem incentivo suficiente para jogar futebol e revelou que já sofreu preconceito por gostar do esporte. “As meninas precisam de mais incentivo para jogar futebol. Ainda há falta de mais garotas, acho que por ser um esporte ainda muito masculinizado. Antigamente, não deixavam eu jogar pelo fato de eu ser mulher, me tiravam dos jogos, lá perto da minha casa. Espero que isso mude, que não aconteça com outras garotas”, afirmou.

De acordo com o professor substituto André de Sá, que acompanhou de perto o evento e participou do grupo de trabalho para o planejamento dos Jogos Intercampi, o objetivo do Campus Nilópolis era o de integrar os alunos. “Nós procuramos falar o tempo inteiro para os alunos antes do evento que o objetivo não era a competição em si, mas a interação. Acredito que o saldo tenha sido bem positivo. Esse ano conseguimos levar torcida, o que ajudou bastante também”, finalizou.

Colaboração: Raíssa Amaral
 

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