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Curso de Libras celebra formatura da 3ª turma

O curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) do campus Pinheiral celebrou a formatura da sua terceira turma, que contou com 22 alunos, no dia 3 de julho.

As aulas de Libras no campus Pinheiral tiveram início em 2017. Em 2018 foram mais de 200 inscritos no processo seletivo, já em 2019, o campus seguiu com o “Nível II”. As aulas foram ministradas entre os meses de fevereiro e junho, e tiveram o apoio do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) do campus.

As capacitações em Libras no campus são ministradas pela Intérprete de Libras, Eliete Guimarães Vasques, formada em Pedagogia, pós-graduada em Ensino de Libras, Especialização em Atendimento Educacional Especializado e Educação Inclusiva (AEE), e Proficiente em Ensino de Libras pelo Ministério da Educação. Em sua opinião, a iniciativa tem a intenção de colaborar na promoção da inclusão social da pessoa surda e promover a acessibilidade linguística a eles.

Regiane Cristina, que é surda, participou do curso no nível 1 e 2 no campus e destacou que gostou muito de conviver com um grupo que permitiu sua interação pela linguagem de sinais, além de ter aprendido muito. Revelou também, que pretende ser instrutora de libras.

Para Claudia Maria Silvia, formanda no nível 2 do curso, a iniciativa da oferta do curso de Libras mostra que a instituição está atenta às necessidades da comunidade. “Além da inclusão, o campus Pinheiral está abrindo uma oportunidade em um mercado de trabalho tão competitivo”. Claudia também frisou a importância da inclusão. “Vivemos em um mundo onde a inclusão é palavra chave. No meu caso em especial é altamente benéfico, pois meu esposo é deficiente auditivo, desde 2015, e procuro de todas as formas que ele se socialize” finalizou.

Já para Glória Goulart Siqueira, também formanda, o curso despertou oportunidades. “Agora estou tendo a chance de dialogar com pessoas surdas, o que acho magnífico”. Outra aluna, Rosely de Oliveira Ribeiro, relatou ter ficado encantada com a linguagem dos surdos. “Tenho um sobrinho deficiente auditivo e também sou professora de Educação Infantil, o curso fez total diferença na minha vida” disse.

Colaboração: Filipi Meireles e Greici Sousa

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